Ar-condicionado inverter ou convencional: qual gasta menos?
Inverter ou convencional: diferença de consumo, preço e quando cada um compensa.
O ar-condicionado convencional (rotação fixa) liga o compressor na potência máxima até atingir a temperatura, desliga, e liga de novo quando o ambiente esquenta. O inverter ajusta a velocidade do compressor: depois de resfriar o ambiente, continua funcionando em potência baixa, só o suficiente para manter a temperatura.
Qual gasta menos?
Pelos dados do Inmetro, o IDRS médio dos modelos inverter é 6,11, contra 3,47 dos convencionais. Para o mesmo resfriamento, isso significa que um inverter típico consome cerca de 43% menos energia.
Além de gastar menos, o inverter mantém a temperatura mais estável (sem o ciclo de “gelado, abafado, gelado”) e costuma ser mais silencioso.
O convencional ainda vale a pena?
Quase não se encontra mais: só 19 dos 1.486 modelos da tabela são de rotação fixa, a maioria de janela ou de grande capacidade. Para uso diário, o inverter compensa com folga: a economia na conta paga a diferença de preço rapidamente. O convencional só faz algum sentido para uso muito esporádico.
Dica
Ser inverter não basta: entre os próprios inverter a diferença de consumo chega a 2 ou 3 vezes. Compare o consumo no ranking da sua capacidade.